O que é fazer a coisa certa. Justiça

Livro aborda o que é fazer a coisa certa

Livro Justiça – o que é fazer a coisa certa. Fala de moral, ética e política. Para se compreender melhor o que pensamos e por quê.

Justiça. Confronto de ideias
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Como podemos raciocinar claramente no disputado terreno da justiça e da injustiça, da igualdade e desigualdade, dos direitos individuais e do bem comum? Enfim, o que é fazer a coisa certa diante dos dilemas morais enfrentados no dia dia e até em casos mais extremos das nossas vidas?

O livro Justiça é um convite oportuno para renunciarmos a disputas políticas, uma leitura na qual avaliamos se somos capazes de ter uma discussão sensata sobre o tipo de sociedade em que, realmente, queremos viver.

A vida em sociedades democráticas é cheia de divergências entre o certo e o errado, entre justiça e injustiça.

Justiça – o que é fazer a coisa certa

Autor: Michael J. Sandel
Tradução: Helena Matias e Maria Alice Máximo

6ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012, 350 págs
Livro usado em bom estado de conservação

Frete Grátis em Presidente Prudente/SP

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Será que a política pode se dissociar das questões religiosas e morais?

O estado deve interferir na vontade do indivíduo?

Seria a moral uma questão de avaliar quantitativamente os fenômenos e de pesar custos e benefícios? Ou alguns deveres morais e direitos humanos são tão fundamentais que estão acima de cálculos dessa natureza?

Se certos direitos são assim fundamentais, sejam eles naturais, sagrados, inalienáveis ou categóricos – como podemos identificá-los? E o que os torna fundamentais?

O mercado livre é justo? Às vezes, é errado dizer a verdade? Matar é, em alguns casos, moralmente justificável?

O que é fazer a coisa certa
Justiça – o que é fazer a coisa certa

É possível ou desejável legislar sobre a moral? Os direitos individuais e o bem comum estão necessariamente em conflito?

Se a reflexão moral consiste em harmonizar os julgamentos que fazemos com os princípios que afirmamos, como pode tal reflexão nos levar à justiça ou à verdade moral?

Ainda que conseguíssemos, durante toda vida, alinhar nossas intuições morais e os princípios que fundamentam nossa conduta, quem garante que o resultado disso não seria um mero amontoado de preconceitos com coerência interna?

É errado que vendedores de mercadorias e serviços se aproveitem de um desastre natural, cobrando tanto quanto o mercado possa suportar?

Em caso positivo, o que, se é que existe algo, a lei deve fazer a respeito?

O Estado deve proibir abuso de preços mesmo que, ao agir assim, interfira na liberdade de compradores e vendedores de negociar de maneira que escolherem?

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