The Big Band Sessions. Anita O' Day

Coletânea de Jazz traz Anita O’Day

Coletânea de jazz traz Anita O’Day. Vinil duplo com gravações entre 1959-61, na voz branca mais reverenciada no mundo do jazz.

Anita O'Day The Big Band Sessions
Álbum The Big Band Sessions. R$50,00

The Big Band Sessions, álbum que contém 31 músicas com arranjos e bandas de Gary McFarland, Jimmy Giuffre, Johnny Mandel e Billy May.

Anita O’Day entrou para mundo da música por intermédio do baterista Gene Krupa, que a contratou como vocalista para a sua orquestra em 1941.
Ainda em meados dos anos 40, ela se tornaria uma célebre cantora.  E na década seguinte, já tinha gravado uma série de álbuns altamente apreciados no cenário musical.

The Big Band Sessions – Anita O’Day

Álbum duplo. Ano 1979. Selo Verve Records
Usado. Bom estado de conservação
31 faixas gravadas entre 1959-61

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R$50,00

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Mas o estrelato e o seu reconhecimento internacional vieram depois que ela apareceu num documentário – (Jazz on a Summer’s Day) – filmado durante o New Jazz Festival de 1958. Abaixo, Sweet George Brown e Tea for Two, duas das canções apresentadas nesse evento. 

 
Anita O’Day nasceu em uma família pobre de Chicago, e logo percebeu que ser uma garota branca no ambiente musical do jazz do fim dos anos 30 não seria nada fácil.

No início de sua carreira, ela foi recusada pelo clarinetista Benny Goodman, que não a achava disciplinada o suficiente para fazer parte de sua orquestra.
Outro agravante, que também poderia tê-la impedido de se projetar como cantora, foi uma cirurgia na garganta para a retirada da úvula palatina ainda na infância. Mas isso, pelo contrário, acabou por transformá-la numa diva de um estilo inimitável.

Ela inventou a sua própria técnica de cantar, desenvolvendo um estilo percussivo baseado no canto de notas curtas e numa levada rítmica sem igual.

Anita O’Day provou ser uma das artistas vocais mais notáveis e bem-sucedidas durante os anos 50 e 60.

Capa álbum duplo Anita O'Day
Capa do vinil duplo The Big Band Sessions

Muito comprometida com a interpretação de excelente qualidade improvisativa, ela se tornou admirada por sua dinâmica fenomenal nas apresentações com as big bands da era do swing.

E chegou a ser considerada uma das melhores cantoras brancas do jazz.

A sua carreira durou por mais de 60 anos, sendo marcada pelos altos e baixos advindos de problemas pessoais, incluindo vícios e prisões devido à posse de drogas. O comportamento desregrado, e de excessos no decorrer da vida, levou-a primeiramente para o álcool, depois ao consumo de heroína, além de ser estuprada num camarim e de quase morrer de overdose por pelo menos duas vezes.

Anita O'Day, cantora de jazz
Anita O’Day, cantora de jazz

Em 1970, participou do Festival de Jazz de Berlim, lançando também uma série de álbuns ao vivo e de estúdio ao longo da década. Alguns foram gravados pelo seu próprio selo, Emilly Records.
Já em 1981, publicou a sua autobiografia intitulada de High Times, Hard Times. Faleceu em 2006, vítima dos efeitos de uma pneumonia e do avanço da doença de Alzheimer.

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