A crônica, o gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil

Preciosidade retrata a Crônica e suas transformações no Brasil

A Crônica e suas transformações no Brasil. A compreensão, evolução e caracterização de um dos gêneros mais populares da literatura. De Antonio Candido.

O Gênero Crônica no Brasil
Raridade: R$185,00

A crônica pode ser considerada um gênero tipicamente brasileiro, até mesmo pela naturalidade com que se aclimatou no país e pela originalidade com que se desenvolveu.

Este livro traz vários estudos e artigos que analisam as principais linhas de discussão sobre as origens, fontes e traços característicos desse gênero literário. A crônica e suas transformações no Brasil ao longo do século XIX e das primeiras décadas do século XX.

O seu meio habitual de veiculação – a imprensa – suas aproximações com outros gêneros como o relato de viagem, a crônica histórica, a charge, a fotografia, entre outros.

A Crônica – o Gênero, sua fixação e suas transformações no Brasil

Autores: Antonio Candido {et. al]. Ano 1992. 559 páginas. Editora da UNICAMP; Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa.
Livro de segunda mão sem grifos ou rasuras, em bom estado. Frete grátis em Presidente Prudente/SP.

O livro mostra como muitos autores, de maior ou menor representação, contribuíram para a fixação e evolução da crônica em nossa cultura literária. Um panorama dos pesquisadores que se dedicaram ao estudo desse gênero, com enfoque nas particularidades das produção de cada cronista.

Nomes apreciáveis como os de Martins Pena, José de Alencar, Machado de Assis, Artur Azevedo, João do Rio, Mendes Fradique, Juó Bananére, Oswald de Andrade, Roberto Gomes, e assim por diante.

A crônica e suas transformações no Brasil
A Crônica e suas transformações no Brasil

A obra está dividida em seis capítulos, sendo que o primeiro, intitulado de A guisa de Introdução, fica por conta do famoso e conceituado “A vida ao rés-do-chão”, de Antonio Candido.
Origens, definições: crônica & viagem, crônica & história, crônica & jornal é o nome do segundo capítulo, em que Jorge Fernandes da Silveira retoma os primórdios da literatura portuguesa e os cronistas desde Fernão Lopes a José Saramago.

Antonio Candido, intelectual
Antonio Candido, intelectual

Ainda neste capítulo, Luiz Costa Lima percorre os relatos de viagem dos séculos XVI e XVII, passando pela história da literatura com considerações sobre a modernidade e os seus encadeamentos literários. Margarida de Souza Neves, por sua vez, relembra Machado de Assis e promove uma reflexão sobre a crônica carioca e seus cronistas, na virada do século XIX para o século XX.

Já a estudiosa Marlyse Meyer destaca a volatilidade e versatilidade do folhetim e o seu percurso da Europa ao Brasil, caminho livre para o desabrochar da crônica. No terceiro capítulo é visto A arte da Crônica, enquanto no quarto são abordados a Crônica Humorística, a Crônica Mundana e a Crônica Teatral. Machado de Assis Cronista é o assunto do quinto capítulo e, por fim, a Crônica Visual é o tema do último capítulo.

Antonio Candido instituiu novos paradigmas para a crítica literária. Reconhecido como o maior intelectual brasileiro, ele foi professor na USP, na Unesp e doutor honoris causa pela Unicamp.
Fundou o Instituto de Estudos da Linguagem, além de ser agraciado com inúmeros prêmios como o Jabuti, Machado de Assis, Camões, Juca Pato, entre outros.

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